12 de mar de 2013

A História da Inglaterra - RESUMÃO


ANTIGUIDADE:
- O território da atual Inglaterra foi habitado pelo povo celta desde meados do século V a.C.

- Entre os anos de 43 a 410 ocorreu a ocupação romana. A província da Inglaterra foi administrada pelos romanos neste período.

IDADE MÉDIA:

- No século V ocorreu a invasão do Império Romano pelos bárbaros.

- No século X a região foi fortemente atacada pelos Vikings, porém resistiu e se fortaleceu.

- No ano de 1066, Guilherme, o Conquistador, venceu o rei saxão Haroldo na Batalha de Hastings e foi coroado rei. Tem inicio o processo de unificação e formação da Inglaterra.

- O final do século XII foi marcado por grande instabilidade política. O rei Ricardo, Coração de Leão, foi participar da Terceira Cruzada e capturado, tornou-se prisioneiro do duque da Áustria. Neste período a nobreza inglesa ganhou grande poder no reino.

- Em 1256, foi formado o primeiro Parlamento com a participação de cidadãos comuns.

- Entre os anos de 1337 e 1453 a Inglaterra enfrentou a França na Guerra dos Cem Anos e saiu derrotada.

- Entre 1455 e 1487 ocorreu a Guerra das Duas Rosas. Foi uma guerra civil entre duas importantes nobres famílias inglesas (Lancaster e York) que disputavam o trono.

- Na Baixa Idade Média, principalmente no século XV, ocorreu o processo de fortalecimento da monarquia absolutista inglesa.

IDADE MODERNA

- No século XVI, no contexto das Reformas Religiosas, o rei inglês Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e fundou a Igreja Anglicana.

- No século XVII ocorreu a Revolução Inglesa. Neste processo, a monarquia inglesa perdeu poder para o Parlamento, tendo inicio o regime parlamentarista.

           > O resto dessa História veremos em sala de aula


FONTE: SUA PESQUISA

9 comentários:

  1. Esta série de guerras civis iniciou-se com a disputa da aristocracia pelo controle do Conselho Real, por causa da menoridade de Henrique VI. Havia uma rivalidade entre dois aspirantes ao trono: Edmundo Beaufort (1406-1455), duque de Somerset, da casa de Lancaster, e Ricardo Plantageneta, terceiro duque de York. O primeiro apoiava Henrique VI e a rainha Margarida de Anjou. O segundo pôs em causa o direito ao trono de Henrique VI de Lencastre, um homem frio mas fraco, sujeito a fases de insanidade. Henrique VI, ao assumir o poder em 1442, teve o apoio dos Beaufort e do duque de Suffolk, aliados da casa de York.

    Júlia Prado nº 12 e Pedro Premoli nº 26

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  2. Celtas
    Celtas é a designação dada a um conjunto de povos (um etnónimo), organizados em múltiplas tribos e pertencentes à família linguísticaindo-europeia que se espalhou pela maior parte do Oeste da Europa a partir do segundo milênio a.C..
    A população da Europa ocidental pertencia às etnias celtas até à eventual conquista daqueles territórios pelo Império Romano; A maioria dos povos celtas foi conquistada, e mais tarde integrada, pelos Romanos.
    Os celtas são considerados os introdutores da metalurgia do ferro na Europa, dando origem naquele continente à Idade do Ferro (culturas de Hallstatt e La Tène), bem como das calças na indumentária masculina (embora essas sejam provavelmente originárias das estepesasiáticas).
    Outras regiões européias que também se identificam com a cultura celta são o País de Gales, uma entidade subnacional do Reino Unido, a Cornualha (Reino Unido), a Gália (França, e Norte da Itália), o Norte de Portugal e a Galiza (Noroeste da Espanha). Nestas regiões os traços linguísticos celtas sobrevivem nos topónimos, nalgumas formas linguísticas, no folclore e tradições.
    A influência cultural celta, que jamais desapareceu, tem mesmo experimentado um ciclo de expansão em sua antiga zona de influência, com o aparecimento de música de inspiração celta e no reviver de muitos usos e costumes conhecidos atualmente como celtismo.
    Esta bom assim Rafael?
    João Antônio - João Pedro/8ºano

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  3. Introdução
    Após séculos de glórias e conquistas territoriais, o Império Romano começou a apresentar sinais de crise já no século III.
    Causas da crise do Império Romano:

    Teve uma enorme extenção territorial do império , e isso dificultou a administração e o controle militar.
    Com o fim das guerras de conquistas , diminuiu a quantidade de escravos , e assim ficou tendo falta de mão-de-obra,e aí ocorreu uma crise na produção de alimentos ,pois sem mão-de-obra , sem alimento!Com menos produções de alimentos houve a queda dos impostos.E assim , com menos recursos , o império teve dificuldades de manter o grande exército , pois faltava muita coisa!Uma derrubava a outra.
    Conflitos surgem entre patrícios e pebleus , diferentes classes , gerando instabilidade política.
    Assim aconteceu o crescimento do cristianismo , que contestava as bases políticas do império:A guerra , escravidão. E religiosas:politeísmo e culto divino do imperador.
    Aconteceu também o aumento da corrupção no centro do império de Roma, e nas províncias que são regiões conquistadas.
    Estes motivos enfraqueceram o Império Romano, facilitando a invasão dos povos bárbaros germânicos no século V.
    Nome:Maria Gabriela e Marcela , n°16 e 14
    8ºano .

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  4. 8°ano INSA
    Giovanna n°09/ Nicole n° 24

    A Guerra das Duas Rosas aconteceu entre 1455 a 1485. Essa guerra foi o resultado uma sucessão de lutas dinásticas pelo trono da Inglaterra. Essas guerras civis começaram com a disputa da aristocracia pelo controle do Conselho Real, por causa da menoridade de Henrique VI.
    As duas famílias inglesas proprietárias e terras, os Lancaster e os York, tiveram um conflito que ficou conhecido como Guerra da Duas Rosas, pois cada um tinha uma rosa no seu brasão de família. Essa dinastia só acabou com a morte de Elizabeth I, em 1603.O fundador da dinastia Tudor assumiu o trono no final de uma grande entre duas famílias

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  5. A Guerra das Duas Rosas é um conflito de grande importância para a compreensão do processo de formação da monarquia nacional inglesa.
    Um conflito colaborou para a centralização do poder na Inglaterra entre os anos de 1455 e 1485. A Guerra foi uma disputa entre duas casas reais inglesas, de um lado a rosa vermelha de Lancaster e de outro a rosa branca de York.
    A disputa pelo trono era a questão central dessa Guerra.
    Ricardo de York desejava o trono e para tanto aprisionou o rei Henrique VI.
    A Guerra só chegou ao fim quando Ricardo III foi morto em batalha de Boswoth. O trono passou para Henrique VII, da casa dos Lancaster, que desposou Elisabete de York, unificando as duas rosas.
    Esta Guerra fez com que o feudalismo ficasse enfraquecido e com apoio da burguesia mercantil , o poder central se fortaleceu, dando início à forte dinastia dos Tudor.
    Esta dinastia fez importantes mudanças na Inglaterra.
    O rei Henrique VIII (1485-1509) ao se separar de sua esposa, Ana Bolena, rompeu com a Igreja Católica e promoveu, no bojo da reforma luterana, a Reforma Anglicana.
    Destaque importante para o governo de Elisabete I, filha de Henrique VIII, consagrada como grande nome da monarquia absolutista inglesa.
    Para evitar outro possível confronto entre a rosa vermelha (a família Lancaster) e a rosa branca (a família York), Henrique VII casou-se com Isabel de York. Com isso a dinastia Tudor passou a ser representada com a sobreposição das duas rosas, o que indicava o fim do confronto.

    Marcelo Saullo – Nº15
    MatheusPereira – Nº20
    8ºAno

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  6. Guerra das Duas Rosas
    Guerra Civil causada pela disputa do trono da Inglaterra.

    A Guerra das Duas Rosas foi travada entre os nobres da Família Lancaster e da Família York.

    As famílias rivais usavam como emblemas uma rosa, dai vem o nome histórico do conflito.
    Os Lancaster usavam como símbolo uma rosa vermelha, já os York eram representados por uma rosa branca.

    A história desta guerra teve inicio em 1453 quando a Família York afastou do poder o Rei da Inglaterra, Henrique VI.

    Ao perder a Guerra dos Cem anos, Henrique VI passou a sofrer transtornos mentais. Parte da nobreza inglesa percebendo que o monarca não tinha mais condições de continuar no poder, resolveu indicar Ricardo Plantageneta como Regente do trono inglês.

    Em 1455, Henrique VI recuperou sua instabilidade emocional e decidiu afastar Ricardo de Plantageneta do poder.

    Ricardo de Plantageneta, pertecente a familia York, recusava-se sair do governo inglês, alegando que Henrique era incapaz de reinar e que tinha duvidas de que Eduardo de Westminster era realmente o filho do monarca.

    A familia Lancaster de Henrique VI, decidiu combater os partidários de Ricardo que pertencia a Família York.

    O inicio das lutas teve inicio em 1455 na Batalha de St Albans. Henrique VI, após sair derrotado nesta batalha foi encarcerado pelo Duque de York (Ricardo de Plantageneta).

    Em 1460, tropas leais a Henrique VI contra-atacaram e conseguiram vencer as forças militares de York na Batalha de Wakefield. Ferido em combate, Ricardo de Plantageneta veio a falecer.

    Em 1461 mesmo com a morte do Duque Ricardo, a família York continuou a lutar pelo controle da Inglaterra.

    Sob o comando de Eduardo de York, filho de Ricardo de Plantageneta, os Yorks venceram os Lancasters na Batalha de Towton Field. Henrique VI, sem alternativas, deixou a Inglaterra em direção ao seu exílio na Escócia.

    A Família York, novamente chega ao poder inglês agora com Eduardo de York que foi coroado Rei da Inglaterra com o nome de “Eduardo IV“.

    Henrique VI, mesmo no exilio, continuou a ordenar as lutas contra Eduardo IV. Em 1471, tentando dá um ponto final nas lutas, Eduardo IV ordenou o assassinato de Henrique VI e seu filho.

    Outros assassinatos foram cometidos por ambas as familias. O objetivos destas mortes era acabar com os possíveis herdeiros ao trono da Inglaterra.

    Em 1483, Eduardo IV morreria subitamente, criando uma nova pagina na história da Guerra das Duas Rosas. O irmão de Eduardo IV, Ricardo de Gloucester, ursuparia o trono do legitimo herdeiro do rei, Eduardo V.

    Eduardo V e seu irmão Ricardo, foram aprisionados na torre de Londres e nunca mais foram vistos. Enquanto isto Ricardo de Gloucester declarou-se rei da Inglaterra com o titulo de Ricardo III.

    Os lancaster já sem homens para lutarem contra as tropas da família York, agora comandadas pelo Rei Ricardo III, aliaram-se ao Conde de Richmond, Henrique de Tudor, que possuía um exercito particular.

    Em 1485 As tropas do Conde de Richmond, mesmo em menor numero, conseguiram vencer as tropas militares de Ricardo III na “Batalha de Bosworth Field. Nesta luta a Familia York havia sofrido uma perda valiosa, Ricardo III havia morrido em combate.

    Henrique de Tudor com o apoio dos Lancasters subiu ao trono da Inglaterra com o titulo de “Henrique VII”

    Como Rei da Inglaterra, Henrique de Tudor passou a perseguir todos os nobres contrários ao seu governo e que queriam continuar com a guerra entre os lancaster e os yorks.

    A paz entre a Familia Lancaster e a Família York só seria possível com um acto público de união.

    Henrique VII, que representava a Familia Lancaster, casou-se com Elizabeth de York. O casamento entre os dois representou a união entre as duas famílias rivais, selando o final da Guerra das Duas Rosas.

    A união entre Henrique VII e Elizabeth, deu origem a uma nova dinastia que viria governar a Inglaterra, a Dinastia de Tudor.
    Fonte: http://mundo-guerra.blogspot.com.br/2011/04/guerra-das-duas-rosas.html

    Milene, n° 23 – Clara, n° 04. 8° ano.

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  7. Do ponto de vista histórico, podemos ver que a Guerra dos Cem Anos foi um evento que marcou o processo de formação das monarquias nacionais inglesas e francesas. Não por acaso, vemos que esse conflito girou em torno dos territórios e impostos que eram tão necessários ao fortalecimento de qualquer monarquia daquela época. Sendo assim, vemos que tal evento manifesta significativamente a centralização política que se desenvolveu nos fins da Idade Média.
    Iniciada em 1337,foi deflagrada quando o trono francês esteve carente de um herdeiro direto.foi deflagrada quando o trono francês esteve carente de um herdeiro direto.
    s batalhas só foram retomadas em 1356, quando a Inglaterra conquistou novas regiões e contou com apoio de alguns nobres franceses. No ano de 1360, a França se viu obrigada a assinar o Tratado de Brétigny. Pelo documento, a Inglaterra oficializava o seu domínio sobre parte da França e recuperava alguns territórios inicialmente tomados pelos franceses.
    Em 1422, a morte de Carlos VI da França e de Henrique V da Inglaterra fizeram com que o trono francês ficasse sob a regência da irmã de Carlos VI, então casada com o rei Henrique V da Inglaterra. Nesse meio tempo, os camponeses da França se mostraram extremamente insatisfeitos com a dominação estrangeira promovida pela Inglaterra. Foi nesse contexto de mobilização popular que a emblemática figura de Joana D’Arc apareceu.
    No ano de 1430, Joana D'Arc foi morta na fogueira sob a acusação de bruxaria. Mesmo com a entrega da heroína, os franceses conseguiram varrer a presença britânica na porção norte do país. Em 1453, um tratado de paz que encerrava a Guerra dos Cem Anos foi assinado.No ano de 1430, Joana D'Arc foi morta na fogueira sob a acusação de bruxaria. Mesmo com a entrega da heroína, os franceses conseguiram varrer a presença britânica na porção norte do país. Em 1453, um tratado de paz que encerrava a Guerra dos Cem Anos foi assinado.
    Por um lado, a guerra foi importante para se firmar o ideal de nação entre os franceses. Por outro, abriu caminho para que novas disputas alterassem a situação da monarquia inglesa.
    Alunos: Matheus Novaes 21, Gabriel Medeiros 8,
    Oitavo Ano












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  8. Caroline n°3, Fernanda n°7, Mariah n° 17
    Guerra das duas rosas
    O absolutismo inglês teve inicio com o rei Henrique VII 1485/1508; fundador da Dinastia Tudor, que assumiu o trono ao final de uma grande guerra entre duas famílias da nobreza, os Lancaster e os York: “Guerra das Duas Rosas” 1455/1485. Essa guerra foi o resultado de uma sucessão de lutas dinásticas pelo trono da Inglaterra. Esta série de guerras civis iniciou-se com a disputa da aristocracia pelo controle do Conselho Real, por causa da menoridade de Henrique VI.

    Os Lancaster e os York forma duas famílias inglesas proprietárias de terras, o conflito ficou conhecido como Guerra das Duas Rosas porque os Lancaster tinham no brasão de família uma rosa vermelha e os York uma rosa branca.
    Os sucessores de Henrique VII ampliaram os poderes da monarquia inglesa.

    Com a morte de Elizabeth I, 1603, chegou ao fim a Dinastia Tudor. Não deixando descendentes diretos, o trono inglês coube a seu irmão Jaime, rei da Escócia que se tornou soberano dos dois países com o titulo de Jaime I.
    Iniciavam-se, então, com Jaime I 1603/1625, a Dinastia Stuart que implantou juridicamente o absolutismo na Inglaterra, estabelecendo uma monarquia absoluta de direito divino.


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  9. A Guerra das Duas Rosas foi uma série de longas e intermitentes lutas dinásticas pelo trono da Inglaterra. Durante os reinados de Henrique VI da Inglaterra, Eduardo IV e Ricardo III. Em campos opostos encontravam-se as casas de York e de Lancaster. As lutas pelo trono de Inglaterra entre famílias rivais dos descendentes de Eduardo III devem o seu nome aos símbolos das duas facções: uma rosa branca para a Casa de York, uma vermelha para a Casa de Lancaster.
    Esta série de guerras civis iniciou-se com a disputa da aristocracia pelo controle do Conselho Real, por causa da menoridade de Henrique VI. Havia uma rivalidade entre dois aspirantes ao trono: Edmundo Beaufort , duque de Somerset, da casa de Lancaster, e Ricardo Plantageneta, terceiro duque de York.
    Os tempos eram de dificuldade para a Casa de Lancaster, no poder, fortemente abalada pela demência do rei e pelas derrotas militares do exército inglês na França durante a última fase da Guerra dos Cem Anos. Quatro anos depois, York foi derrotado em Ludford Bridge e fugiu para a Irlanda.

    MILENA-22
    RAPHAELA-28

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